Na cozinha com a mamãe
Lauren POV’s
Não me juguem por não ter a noção do que é maternidade. Eu só conhecia essa palavra por nome. Não podia ser diferente, até poque, minha vida não me permitiu ter esse tipo de contato.
Minha história começou, quando minha mãe, uma menina nova, de apenas quinze anos, engravidou. Na época, foi um choque para meus avós, a garotinha deles estava gerando uma nova vida. Camila, como se chama minha mãe, mantinha um relacionamento com meu pai, um sujeito chamado Michael. No início, ele não aceitou o fato de ser pai, mas minha mãe conseguiu contornar a história. Tudo ia muito bem, os dois faziam planos, e até pretendiam em morar na mesma casa. Até que em um dos exames que minha mãe fez, foi constatado algo que mudaria toda a história. Na época, não havia tantos recursos como hoje, então meu caso foi dado como anomalia. Em meus exames constavam a presença dos dois cromossomos: x e y. O meu exame de sexagem deu positivo para menina, porém, quando minha mãe completou seus quatro meses de gestação, foi descoberto a presença do órgão genital masculino. Meus pais pediram que repetissem os exames e uma nova ultrassonografia. E pela segunda vez, os exames acusaram o mesmo.
Meu pai quando soube da anomalia que seu/sua primogênito(a) carregava, ele nos abandonou. Eu nunca o vi. E sinceramente, ele nunca fez falta.
Quando eu completei alguns meses de vida, minha mãe também foi embora. Ela havia conhecido um homem mais velho, e após algum tempo de envolvimento os dois partiram. Meus avós não permitiram que eles me levassem, e pela segunda vez eu era abandonada.
Um dia antes de completar meus dezoito anos, meus avós faleceram. Eu perdi a única família que tive. Infelizmente um acidente automatístico os tirou de mim.
No dia do enterro, eu encontrei uma mulher que se dizia ser filha deles, e consequentemente minha mãe. Não conversarmos muito, não tinha o que falar.
Os dias se passaram eu não conseguia arranjar emprego, e sem ele, eu não tinha como manter a casa dos meus avós. Sem querer, eu aceitei a oferta da Camila, e fui morar com ela. Seu apartamento era pequeno, tinha apenas quatro cômodos: a cozinha, a sala, o banheiro e o quarto. Passei uma semana tentando me adaptar a nova vida, e tentando lidar com a ausência deles. Meu aniversário passou despercebido, mas com todos os acontecimentos, eu não me importei, isso era o de menos.
Na segunda semana, eu ainda não saia de casa, ao menos procurar um emprego eu fui. Ficava na sala tentando distrair minha mente, e tentando não deixar que as lembranças me afundassem. Na quarta feira, como eu sempre fazia, deitei no sofá e liguei a televisão, enquanto espera minha mãe chegar. Mãe, isso soa tão estranho.
— Ei Lauren. - Camila disse assim que passou pela porta. O que me paralisou na hora, foi o fato dela estar se despindo na minha frente. Quando ela terminou de tirar a calcinha, veio em minha direção, e deu um beijo em meu rosto. Congelei no mesmo instante que seus peitos ficaram frente a frente com meus olhos. Ela só podia estar louca.
— Oi, Camila. - Me limitei a responder, já que não tínhamos um vínculo maternal ou qualquer outro que fosse.
— Vou tomar banho. - ela diz antes de seguir o caminho pelo corredor, e entrar na porta do banheiro. Fiquei escutando o barulho do chuveiro, e imaginando coisas. Pensem comigo, ela ainda era nova, tinha trinta e três anos, cabelos castanhos, olhos chocolates (que eu não herdei, já que os meus são claros), corpo de dar inveja a muita menina nova, eu simplesmente não podia não pensar em sacanagem com ela. Não depois da cena que presenciei.
Escutei o barulho de água cessando, e não tardou em aparecer na sala apenas com uma toalha em volta dos cabelos, completamente nua. Essa mulher quer me matar, só pode. Seguiu seu caminho até a cozinha e voltou com um lanche nas mãos.
— Como foi seu dia? - ela perguntou enquanto se alimentava.
— Legal, o mesmo de sempre. E o seu? - eu não queria manter um dialogo com ela, mas isso estava fazendo com que meu pau ficasse no seu estado normal.
— Que bom que seu dia foi legal. O meu foi cansativo, mas eu gostei. - apenas murmurei um “hum” e voltei minha atenção para televisão. Em pouco tempo ela me deu boa noite e foi dormir.
Como o apartamento era pequeno, e só havia um quarto, tínhamos que dividi-lo, a sorte que a cama era de casal e podíamos manter distância. Quando o sono apertou eu me dirigir ao quarto a fim de dormir, porém ao levantar a coberta que ela usava, interrompi na hora o que estava prestes a fazer. Camila se encontrava nua, e a visão que eu tinha era dos seus seios médios, bem arrebitados com suas aréolas rosadas … que seios. Desci meu olhar e encontrei sua intimidade limpa de quaisquer vestígios de pelo, ela era linda, sua buceta pequena, combinava perfeitamente com sua estrutura. Meu pai deu sinal de vida instantaneamente. Senhor, eu não podia dividir a cama com ela, no estado que me encontrava. Voltei para o sofá, e decidir que passaria a noite nele. Minhas costas estariam fodidas pela manhã, mas dane-se, era melhor que dividir a cama com ela nua.
Acordei por volta das oito e meia, e fui no banheiro realizar minha higiene matinal. Me olhei no espelho e vi uma marca de batom em meu rosto. Camila adquiriu essa mania, de deixar um beijo em meu rosto sempre que chega ou sai de casa. Inferno, é só eu lembrar dela, que meu amigo se arma todo. Toda aquela cena, dela andando nua pela casa, me excitou ao extremo. Passei o dia, tentando controlar meu impulso de bater uma punheta pra ela.
Pela noite, ela chegou, e repetiu o mesmo processo do dia anterior : tirar sua roupa, assim que entrasse em casa. Quando ela se aproximou para dar seu beijo eu a interrompi.
— Posso te fazer uma pergunta Camila? - perguntei a fim de sanar minha curiosidade.
— Pode Lo. - lá vem ela com esses apelidos carinhosos. Quem vê nem pensa, que na primeira oportunidade que ela teve, me abandonou.
— Porque essa mania de andar pelada pela casa? Você age como se eu não estivesse aqui, e você ainda morasse sozinha. É constrangedor.
— Lauren, sua mãe é adepta ao naturalismo. Em minha concepção, isso é normal. Nascemos dessa forma, não há nada de errado nisso meu anjo. Não precisa ficar constrangida, somos uma família, sou sua mãe. Me desculpe, mas gosto de andar assim em casa, me passa a sensação de liberdade. Você deveria tentar.
— Vai sonhando. E por favor não me chame de querida, anjo ou qualquer adjetivo carinhoso que possa passar pela sua cabeça. Sabemos que você não sente nada por mim, até me abandonou quando ainda era um bebe. Essa situação é temporária, em breve eu arrumo um emprego e saio da sua vida. Dessa vez não precisa me abandonar, eu te poupo o trabalho.
— Lauren, não fala isso. Eu era uma adolescente inconsequente. Não sabia nada da vida. Tive o desprazer de conhecer a vida sexual muito cedo, e isso me rendeu uma gravidez. Eu só não sabia lidar com a situação, eu fugi por medo. Eu te peço perdão do fundo do meu coração.
— Ok, mas isso não muda o fato que em breve eu vou embora da sua casa.
— Lo, não faça isso, eu …
— Não vai tomar seu banho? Deve estar cansada. - a interrompi mesmo, não queria escutar suas desculpas.
— Vou sim. Acho que nem vou comer. Estou cansada mesmo. - limitei a acenar com a cabeça, e pude perceber a tristeza em seu olhar. Mas, se ela estava esperando que eu acreditasse no seu teatrinho e lhe perdoasse, ela estava enganada.
O sofá não era uma opção para passar a noite novamente. Ela acabou com minhas costas, eu teria que dormir na mesma cama que ela. Deus sabe o quanto eu queria evitar ficar no mesmo espaço que Camila.
Na hora de dormir, o mesmo problema se repetiu. Camila continuava a dormir sem roupa. Eu me segurei o quanto pude, mas eu era uma adolescente na faze da puberdade, meus horminos estavam a flor da pele. Meu pau levantava até com um tchau que uma menina me desse, imagina dividir a cama com a gostosa/desnatura da sua mãe? Não dava…
Era normal acordar com ereção matinal, isso sempre ocorria, mas acordar como acordei hoje não… estava toda melada. Sem contar que Camila deu para jogar suas pernas em cima das minhas e de vez em quanto passar a mão pelo meu peitoral. A cama estava ficando pequena de mais para nós duas. Eu estava ficando na dúvida se o sofá era tão ruim assim.
Durante a semana, eu sempre acordava pela madrugada com uma puta ereção e tinha que ir passar o resto da madrugada no sofá, para evitar constrangimentos. Eu corria pro sofá quando percebia a coisa apertar, até porque se eu demorasse mais que cinco segundos, não conseguiria desviar minha atenção de seu corpo, e ficava imaginando eu possuindo ela. Minha mente dizia uma coisa, e a consciência outra. Devo confessar que a fantasia da mente era bem prazerosa. Eu a deseja, queria despir seu corpo assim que ela chegasse do serviço, e logo em seguida o tomar como meu. Queria fazer ela sentir prazer, queria que ela fosse minha. Aquela mulher é perfeita.
Com o passar dos dias, as coisas iam se repetindo, e eu tentava me segurar ao máximo para não fazer nenhuma merda. Mas, porra, estava sendo uma tarefa difícil, e eu diria que talvez fosse impossível. Hoje, eu esperei pacientemente sua chegada. Queria ver ela despindo, queria ver o movimento do seu corpo acompanhando seu deslizar. Quando ela chegou, eu a observei atentamente, queria ver sua vagina no momento que ela tirasse a calcinha. Queria ver seus seios balançando a media que ela se abaixava. Deus, eu precisa ter ela. Na hora que ela foi tomar seu banho, a vontade de acompanhá-la foi enorme, mas a consciência me brecou. Ela era minha mãe, o quão errado isso soa? Com muito esforço, eu conseguir vencer o desejo de segui-la. Quando ela passou pela sala, e segui para a cozinha completamente nua, fez com que todo o esforço que eu tive, fosse jogado para marte. A segui ate a cozinha e disse que prepararia seu lanche.
— O que vai querer comer Camila? -
— Qualquer coisa. - ela me abraçou por trás e plantou um beijo no vale das minhas costas. - Como foi seu dia.
— B...bom, foi bom, e o seu? - perguntei ainda de costas.
— Normal, o de sempre.
Quando me virei para entregar seu lanche, nem lembrei que meu pênis estava a ponto de bala. A pressão que sentia em minha bermuda era absurda. Tanto eu, quando ela, tentou disfarçar e fingir não perceber o que se passava. Camila pediu mais açúcar, me virei, peguei o pote de açúcar, e assim que virei para lhe entregar o pote, vejo Camila em cima de um banquinho tentando pegar a maionese no armário. Cheguei por trás dela e alcancei a bisnaga para ela. Na mesma hora, ela se virou, e acabou desequilibrando, antes que pudesse cair, eu agarrei sua cintura e ela enlaçou a mesma com suas pernas. Ficamos nos encarando, e seu cheiro natural misturado com o natural que emanava de sua pela, me entorpecia. Sua buceta estaca em cima do meu pau, e desse vez, não teve como disfarçar. Mandando toda consciência que eu tinha para puta que pariu, cheguei meu rosto próximo ao seu, passei meu nariz pelo seu pescoço e comecei dar beijos naquela região. Eu cheirava , aplicava beijos e mordidas, e só podia pensar no quão bom aquilo era.
— Está gostando Camila? - perguntei assim que escutei um gemido alto, saindo de sua boca.
— Si… Sim, continua. - acatei seu pedido, e passei a maltratar seu pescoço.
Desci meus beijos ate chegar nos seus seios. Repetia o mesmo processo. E cada vez mais, Camila geia mais alto. Aquilo era música para os meus ouvidos.
— Me diz que você quer cachorra? Pedi para sua filhinha pede. - a cada palavra que eu dizia, e a cada toque eu sentia Camila se arrepiando e gritando de prazer.
— Eu qu… quero. Ai m..eu Deus, eu quero que você mame em mim. - caralho, quase gozei só de escutar esse pedi. Chupei com tanta vontade, seus seios eram perfeitos, eu juro que se pudesse mamava neles ate os últimos dias da minha vida.
— Eu nem acredito, que depois que dezoito anos, eu estou mamando de novo. Desse vez eu vou saciar meu prazer. Sua puta, gostosa do caralho.
— Sem..pre que vo..cê mama em mim eu go..zava, ai Lauren, com..tinu..aaa. - Camila se desmanchou em prazer, seu corpo ficou mole. - Você continua boa com a boca.
Andei com ela em meu colo, e a coloquei sentada na bancada. Abri suas pernas e me posicionei.
— Vamos ver se eu sou boa com a boca em outros lugares também. - dei um beijo em sua bochecha e fui trilhando um caminho ate chegar sua boa. Comecei dando selinhos, mas não tardou em pedir permissão para lhe dar um beijo de língua. Nosso beijo era cheio de desejo, e transmitia todo tesão que sentíamos. Essa puta beija bem pra caralho. Porra de mulher gostosa. Fui aumento a intensidade do beijo, eu queria sentir todos as emoções com ela. Quando o ar se fez necessário, finalizei o beijo com um selinho e dei espaço para respiramos.
Aproveitei que Camila estava nua, e fui trilhando beijos pelo seu corpo. Passei pelos seus seios, e dei um chupão em cada um deles. Desci ate a barriga e brinquei um pouco naquela parte. Queria gravar cada pedacinho do seu corpo. Dese corpo maravilhoso.
— Lo, não enrola. Chupa minha buceta, ela já está pingando de prazer. - dei um sorriso de lado, e desci os beijos ate chegar na altura da sua vagina. Com a boca, eu dei pinceladas leves e longas, indo e voltando. Quando parei no clítoris, chupei aquele pedaço de prazer como se minha vida dependesse daquilo. Chupava, sugava, mordiscava, lambia, eu fazia de tudo ali. Os gemidos que Camila gritava, eram como combustível para mim. Passei um dedo pela sua entrada, e a vi se contorcendo.
— Cuidado, faz muito tempo que eu não tenho relação sexual com alguém. Mete de vagar. Faz exatamente dezesseis anos que não faço nada. Sou quase uma virgem. - ignorando seu comentário, eu meti com força meu dedo em seu buraco. Não me preocupei com nada, eu meteria fundo e forte nela. - Sua puta, eu mandei meter devagar, cachorra.
— Foda-se. Eu vou te comer assim, fundo e forte. Eu sei que você gosta assim cadela. - quando eu recebi um gemido em resposta, levei aquilo como permissão. Comecei a meter meu dedo em sua entrada cada vez mais rápido. Fui aumentando a quantidade de dedos, ate chegar no quarto, e a cada dedo acrescentado, seus gemidos iam ficando mais alto. Aumentei os ritmos das estocadas e seu corpo ia sacudindo para cima e para baixo. Quando eu percebia que ela estava chegando no ápice, eu parava, e recebia além de um olhar furioso, um xingamento. Mas eu gostava. Comecei a chupar seu grillo enquanto estocava nela com os dedos.
— Lauren, eu vou… vou gozarrr. Lauurennn. - imediatamente suguei seu caldo, seu gozo era uma delicia. Não era agridoce, muito pelo contrário, tinha um gosto adocicado, mas não era exagerado ou fraco, era na medida certa.
— Vem sentir seu gosto sua puta. Vem sentir o quanto você é gostosa. - a puxei e dei inicio ao um beijo, misturei seu gozo com nossa saliva e a escutei gemer. Essa mulher é perfeita, até seu gozo é bom.
— Minha vez de retribuir Lauren. - Camila me empurrou até sentar em uma cadeira. Chegou em minha cintura e foi passando a mão pelo meu corpo. Tirou minha blusa e passou a mão pelos meus seios. Sugou cada um deles, mordeu os pontas e apertou a circunferência toda. - Você é uma delicia Lo. - tirou minha bermuda, e assim que desceu a cueca, se assustou. - Oh Shit, você é grande. Caralho é muito grande Lauren, como espera que isso entre em mim? Porra, ele é lindo. - ela terminou de falar e beijou meu comprimento. Passou a língua pela cabeça dele, e logo em seguida por completo.Aquela língua faz um trabalho maravilhoso. Quando ela tentava colocar tudo na boca, se engasgava. Não dava para enfiar até o talo, mas isso não era problema, ela sabia compensar a situação. Camila passou a bombear meu cacete, enquanto brincava com a língua na cabeça do meu pau. Aquilo era maravilhoso, e eu já estava no meu limite. Quando ela começou a brincar com suas cordas vocais, foi meu fim.
— Eu vou gozar Camz, deixa eu tirar… - ela me interrompeu quando abocanhou o que ela conseguiu de uma vez. - Tira agora Camila, eu v-ou, vou gozzz-arr. Camilaaaaaaa. - parei quando cinco jatos de porra saiam do meu comprimento e iam direto para sua boca. A safada abriu a boca e logo depois engoliu tudo, não ficou um resquício de porra naquele espaço. A imagem da minha mamãe engolindo meu esperma, me excitou, aquela imagem seria melhor que qualquer pornô no futuro.
— Agora eu quero ver se você sabe usar esse cacete. - Levantei da cadeira, e puxei seu corpo em minha direção, dei impulso e fiz com que ela circulasse minha cintura com as pernas. - A neném tem pegada, vamos ver se vai saber o fazer depois. - cachorra… ela vai ver quem é o neném. Quero ver se aguenta o caralho que o neném tem. A levei até a bancada e a fiz sentar ali. Abri suas pernas, e sem dó, meti meu pau na sua entrada. Ela gritou, mais quando deu mais uma investida, só escutei seus gemidos. Safada, ela gosta. Passei a meter fundo, rápido e forte, a cozinha foi tomada por seus gemidos. Nossos corpos suados se conectavam, meu pau se encaixava na sua buceta perfeitamente. Ali, eu descobrir onde sempre queria estar. Estranho, mai eu me senti bem estando ali.
— Vira, quero te comer de quatro. - ela obedeceu, e assim que virou, passei meu pau pela sua entrada, colocava a metade e tirava, fiz isso várias vezes, e só escutava Camila pedindo por mais. Em uma desses vezes, enfiei tudo, e senti que ela ficou com as pernas bandas. Passei a meter em sua buceta repetidas vezes, e quando senti que os primeiros sinais do seu gozo parei. Sentei na cadeira e mandei que la cavalgasse em meu colo. Camila começou a subir e descer de uma forma que me impressionou. Enquanto ela cavalgava no meu pau, eu mamava em seus peitos. Aquele lugar, virou meu parque de diversões, meu lugar favorito. Circulei sua cintura com meus braços e juntei ainda mais nossos corpos. Sua parede vaginal apertou meu pau, fazendo com que ficasse sensível, e em segundos gozamos. Senti Camila se convulsionando e percebi que havia dado orgasmos múltiplos a ela. Quando a levantei do meu colo vi nossos gozos misturados escorriam pela sua pele. Não tina volta, nos haviamos feito mesmo aquilo. E sinceramente… eu não me arrependo.
— Segundo round? - perguntei para Camila, que apenas acenou com a cabeça com um sorriso lindo no rosto.
— Vamos ver se aguenta Jauregui. - e naquele mesmo dia, tivemos outros rounds, na cama, no chuveiro, no chão da sala, na parede e por fim, no chuveiro de novo. Não acabou nesse dia. Repetimos a doce várias outras vezes, e ainda repetimos. Camila é uma mulher maravilhosa. Minha mulher maravilhosa.